domingo, 30 de dezembro de 2007

E que venha 2008!!!

Estava fazendo um balanço de 2007. Listei todas as coisas que aconteceram comigo, e na metade me dei conta que só estava incluindo o que aconteceu de ruim. Foi aí que me toquei! Pera aí, não pode ter sido tão ruim assim!?Respirei fundo, fechei os olhos e deixei meu coração falar. E cheguei a conclusão de que, sim, 2007 não foi um ano dos mais fáceis. Mas é com muita luta que se conquista as coisas. E de modo geral, conquistei muitas. Em todas as áreas da minha vida. No profissional fui promovida, e me senti reconhecida pelo meu trabalho. No setor familiar, embora tenhamos enfrentado algumas dificudades, finaceiras na maioria delas, serviu para minha família, digo, mãe, pai e irmã, ficar muito mais unida. Comecei o ano disposta a cuidar de mim, da minha saúde e do meu corpo, e consegui! Hoje me sinto bonita e feliz ao me olhar no espelho.Na área das amizades, dei uma boa filtrada, conservei apenas aqueles que gostam de mim e que posso confiar. Fiz novas amizades, poucas, mas que com certeza serão para toda a vida.
Me apaixonei. Após um longo período com o coração vazio, conheci alguém que o preencheu de esperanças novamente. Sofri! Pois não fui correspondida. Cometi algumas trapalhadas, mas não me arrependo. Sinto que hoje em dia sei lidar muito melhor com os assuntos do coração.
2007 foi um ano de mudanças, aprendizado e auto-conhecimento. Fecho o ano com 15 quilos a menos, um novo corte (radical) de cabelo, uma tatuagem linda, corpo bronzeado, um sorrisão na cara, um coração cheio de paixão, a cabeça repleta de sonhos,e a certeza que fiz e dei o melhor de mim.
Acredito que 2008 será meu ano, em todos os sentidos, pois agora sim, me sinto pronta, preparada para o que der e e vier.

Um brinde!!



Não esqueci de quem eu amo. A todos eles desejo um ano novo mais feliz ainda do que o meu será! Mas para estes prefiro externar pessoalmente através de um abraço tudo de bom que sinto e desejo a eles...Até o ano que vem! Fim.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Haja hoje para tanto ontem!

É incrível, mas tudo de bom que acontece na minha vida é sempre de uma forma tão diferente, inesperada, na maioria das vezes um tanto quanto atrapalhada, mas é sempre de uma forma tão especial que se torna inesquecível. E ontem não foi diferente, foi uma noite maravilhosa, como não acontecia há muito tempo. Não vou entrar em detalhes, até porque certas coisas não convém contar. Mas enfim, sabe quando dizem que quando menos se espera é que as coisas acontecem? Pois então! Esta criatura ansiosa e angustiada que vos escreve, resolveu "desencanar" e então o inesperado aconteceu, e foi muito bom!

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Querido Papai Noel!

Já passou da meia-noite! Bebi uma garrafa de vinho sozinha, estou um tanto alegrinha (Irc!) e um pouco ceguinha também, pois não estou enxergando direito as letrinhas do teclado... Bom, quero lhe dizer que, de modo geral, neste ano fui uma boa menina. Me comportei direitinho, até mais do que deveria.Cumpri minhas obrigações, fui boa filha, paguei minhas contas em dia, pedi perdão todas as vezes que errei. Fui boa amiga, boa ouvinte e boa conselheira. Me deixei iludir algumas vezes e meti os pés pelas mãos muitas vezes, mas tudo em prol do meu coração. Pensei em pedir uma boneca, mas acho que já estou bem crescidinha para isso. Então, se for possível um depósito de uns cinco mil reais na minha conta e um moço bonito, cheiroso e carinhoso lá na minha cama, nesse exato momento, viriam muito bem a calhar...

FELIZ NATAL!!!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

"Apesar de eu conhecer quem me rodeia, tantos estranhos..."

São quase duas horas da manhã, cheguei em casa a uns dez ou quinze minutos atrás. Tinha saído! Como não queria parecer uma velha, e nem ser chamada de chata pelas minhas amigas, resolvi sair como qualquer outra senhorita da minha idade, em sã consciência e saúde perfeita.Vesti qualquer roupa, coloquei um brinco legal, passei um rímel básico, respirei fundo e fui! Confesso que até estava bem animadinha, até chegar ao tal local da “balada”. Sabe o que é ficar quase um ano sem frenquentar um local, e quando você chega lá, encontra as mesmas pessoas, algumas mais gordas, outras mais cabeludas, alguns sem cabelo, mas as mesmas pessoas de sempre. Sem falar nos “amigos”, com as mesmas histórias , a mesma conversa sem graça. Fiquei ali sentadinha, quieta, com o meu copo de cerveja esquentando, olhei ao redor e me perguntei, o que estou fazendo aqui? Ok! Pode ser que eu tenha me tornado uma chata. Mas definitivamente, aquele não é mais o meu lugar. Aquelas pessoas não são as que eu quero ver. E aquela mesma conversa de sempre não é a que eu quero ouvir!

"Apesar de eu conhecer quem me rodeia
Tantos estranhos tão perto...
Na verdade, longe do principal"
(Nenhum de Nós)

sábado, 22 de dezembro de 2007

Descansa Coração

"Disse alguém, que o nosso coração
É um salão onde o amor descansa
Ai de mim, o meu sozinho
Vive assim, sem esperança
A implorar alguém que não o quis
E feliz, bem feliz sería...

Coração meu, convém descansar
Soluça mais devagar."


Achei isso lindo, porém desconheço o autor... quem souber, por gentileza!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Je ne regrette rien.

Pode soar presunçoso, ou até mesmo arrogante quando digo que não lamento nada. Mas na verdade, o que quero dizer, é que tudo que já aconteceu comigo, todas as decepções, as surpresas, os risos e o pranto, tudo isso foi importante para a formação da pessoa que sou hoje. Ao dizer que não me arrependo estou assumindo a minha maturidade e a consciência que tenho dos meus atos. Os erros serviram para o meu crescimento e as alegrias me deram coragem para continuar persistindo na busca de tudo aquilo que desejo e acredito. Domingo fiz a minha tatuagem. Levei tempo para decidir e criar coragem, e hoje tenho certeza que eu não podia ter escolhido melhor hora. Muitos já me perguntaram o seu significado, mas creio que poucos conseguiram compreender. Pra mim ela representa o meu auto-conhecimento, significa que por maior que sejam as decepções, estou sempre disposta a recomeçar, significa que finalmente me tornei a pessoa que eu queria ser. Nem pior, nem melhor. Imperfeita. Humana. Repleta de amor. Movida pela paixão.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Porque tem horas que a gente cansa!

Cansei de ficar procurando justificativas para os meus atos. Cansei de ficar achando que sou sempre eu quem faz tudo errado. Cansei de ser legal, educada,de agir com a emoção e não ser reconhecida por isso. Cansei de ficar achando que o problema é comigo, e mais ainda, cansei de ficar me sentindo uma otária depois de ter feito apenas aquilo que o meu coração mandou. Não sou boba, nem burra. Sou apenas alguém que ainda acredita que vale a pena amar, sonhar e arriscar. Não me arrependo de nada... Apenas cansei!
Não pretendo mudar, mas se acaso eu resolver ser diferente será para agradar apenas à uma única pessoa, EU! Não sou melhor que ninguém, mas sou o melhor que posso ser.

"A vida existe nos sonhos também..."

É de noite que tudo faz sentido. É quando a cabeça se acalma e os pensamentos encontram o seu lugar. É a noite, no silêncio da escuridão, que os sentimentos se definem e a saudade toma conta do coração. É à noite, quando o corpo aquece e os olhos fecham, que a mente dá vazão aos sonhos...
E é nos sonhos que tudo é possível!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

"cansei da minha covardia em me contar um mundo que eu invento para viver melhor"

Eu estava aqui tentando escrever alguma coisa, tentando expressar em palavras tudo que está se passando aqui dentro de mim... Foi aí que encontrei esse texto, da Tati Bernardi [http://www.tatibernardi.com.br/].
Gosto muito das coisas que ela escreve, e me identifico na maioria das vezes. Acho que temos uma forma parecida de ver e sentir as coisas, embora eu não escreva tão bem quanto ela, na verdade não chego nem perto. Enfim, o texto que vou postar aqui descreve perfeitamente tudo que estou sentindo e pensando nesse exato momento. Se eu conseguisse escrever algo, acho que seria bem parecido com isso:

O não texto

Você não está lendo um texto. Você está dormindo numa rede, atravessando um farol, comprando um porta-clipes, fazendo arroz integral, prendendo os cabelos, assistindo doctor House, vendo sua cachorra espreguiçar. Sei lá, qualquer coisa. Mas você não está lendo esse texto. Eu também não estou escrevendo pela trigésima vez sobre gostar de alguém. E tentando entender todos os 567 contras e 876 a favor. E tentando metaforizar um cheiro, um olhar, uma frase. E tentando descrever minha dor só para dar a ela algum patamar mais interessante do que a simplicidade de uma simples dor. E tentando supervalorizar minha alegria, só para dar a ela um gosto de vitória como se jamais fosse cotidiano ser feliz. Eu não estou de frente para uma folha em branco. Tentando tornar meus personagens mais interessante e meus sentimentos mais nobres. Eu estou de frente para eles, vendo que meu personagem pode ser sem graça e meu sentimento pode estar morrendo. Este é um não texto porque cansei da minha covardia em me contar um mundo que eu invento para viver melhor. Cansei de me contar um personagem só para que suspirar não seja um simples movimento involuntário. Cansei de me contar uma história linda, só para que os dias não corram sem magia e sem a certeza de um grande final de filme. Imagina só que vida chata se eu, ao invés de escrever um texto de amor, cheio de esperança, profundidade, dor, maluquice, tesão, estivesse escrevendo um texto assim: e ninguém é interessante e eu, pra ser sincera, não gosto de ninguém. Triste, muito triste. Chato. E pior do que tudo isso: anti-literário. Como é que um escritor vai se sustentar com um coração vazio? Mas chega. Hoje decidi que estou prestes a assumir meu coração vazio. Não decidi isso movida por uma grande coragem ou por um momento de iluminação. Nada grandioso aconteceu. Apenas sinto que dei um pequeno, quase imperceptível, passo para uma vida mais madura. Eu simplesmente não suporto mais pintar o céu de cor-de-rosa para achar que vale a pena sair da cama. Não posso mais emprestar mistério ao vazio, vida ao oco, esperança ao defunto, saliva ao seco. Não posso mais emprestar meus desejos para que pessoas se tornem desejáveis. E, finalmente, não posso mais inventar amor só para poder falar dele. Recebo e-mails de muita gente que me fala “que coragem escrever assim sobre o amor”, “que coragem ir tão fundo na sua dor”, “que coragem sentir tantas coisas a flor da pele”. Mas pelo menos hoje quero me desafiar a fazer algo muito mais difícil. Quero não sentir nada. Quero descansar meu coração de saco cheio das minhas invenções e precisando se preparar para viver algo de verdade. Como será que é acordar e não esperar nada com o toque do celular, da campainha, do messenger, do e-mail, do ar, do chão? Como será que é sentir e gostar da vida pela sua calmaria e banalidade? Como será que é viver a banalidade sem achar que isso é banal? Este é um não texto. Pra falar de um não amor. Pra falar de um não homem. Pra falar de uma não fantasia, invenção, personagem. Esse é um texto a favor da vida, pra falar da vida. A vida com seus defeitos, cinzas, brancos, estagnações, paradas, frios, silêncios, amenidades. A vida que pode não acelerar o peito e deixar tudo com estrelinhas de purpurina. Mas que é incrível por ser real. A vida que não se escreve mas se vive, mesmo que isso, muitas vezes, seja ainda mais difícil que qualquer regra gramatical ou construção literária.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Eu queria mesmo entender...

"O que é que faz meu coração pulsar assim tão descompassado e freneticamente quando escuto o tom da tua voz. Entender o porque da minha boca se calar sempre que os meus olhos encontram os teus. E das minhas mãos tremerem e eu nem saber de que cor está o céu. Porque meu sorriso sai fácil e eu não consigo controlar comportamentos... É nessa hora que eu vejo que nada mais importa. Se há confusão ou tranquilidade, porque a minha calmaria eu encontrei no tum tum acelerado do meu peito toda vez que eu vejo você. "


Rainha de Copas, do blog: http://www.prahoje.com.br/copas/2007_11_01_archive.html

sábado, 1 de dezembro de 2007

"Quanto mais eu mexo mais afundo em mim"

Definitivamente só nascendo de novo para eu deixar de ser tão burra! É tão simples, está tudo ali, na minha frente, claro como a luz do sol, e mesmo assim eu continuo insistindo em viver de ilusões.Só eu sei o quanto me sinto mal, e quanto queria ser diferente. Ultimamente tenho vivido altos e baixos constantes, momentos de euforia eletrizante alternados com momentos de melancolia profunda. Agora, nesse momento uma tristeza angustiante tomou conta de mim...Me sinto pequena, insignificante, e isso dói em lugares que eu nem sabia que existiam em mim. Tenho vontade de chorar, e choro, baixinho... sozinha!