quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Protagonista de novela mexicana

Ela era a mocinha pobre e sofredora, que chora do primeiro ao último capítulo. Que ama o mocinho sem graça porém bem sucedido, mas que não dá a mínima importância para ela, pois o tal mocinho ainda não se deu conta que é de um amor verdadeiro que ele precisa, e por isso é noivo de uma inescrupulosa siliconizada. Esta por sua vez é a vilã que por não estar contente com a vida fútil que leva, se diverte infernizando a vida da pobre mocinha. Como se já não bastasse, a mocinha ainda vive em meio há pessoas que são verdadeiras cobras. Eles se incomodam porque ela é muito inteligente, querida, competente, bonita e reponsável, e por causa disso estão sempre tentando puxar o tapete dela. Mas a mocinha tem um coração puro e bom, o que vez ou outra causa extrema raiva nos espectadores, pois eles não se conformam que possa existir alguém assim tão ingênua. E a mocinha sofre, e chora, chora, e chora. Após tanto sofrimento chega a hora em que a mocinha finalmente abre os olhos e decidi radicalizar. Manda tudo e todos para o espaço. Dá a volta por cima. O mocinho boboca agora se vê loucamente apaixonado por aquela mulher poderosa em quem a mocinha se transformou. Só que agora a mocinha não quer mais saber dele. Pois o canalha bonitão, entrou na estória e balançou o coração da mocinha. Embora o canalha lhe proporcione noites quentes de paixão, é com o amor verdadeiro que sente pelo mocinho sem graça que ela ainda sonha... Daí ela sofre de novo e chora, chora e chora... Mas como toda boa novela reserva um final feliz para a mocinha, aguardem! Porque ainda não (cheguei) chegamos no último capítulo.

Horóscopo de hoje

Hoje e amanhã são dias propícios para a satisfação de desejos. Por isso, o melhor a fazer é escolher os desejos mais sublimes e belos dentre todos que há em seu coração.










Então... Que todos os astros, anjos e conspiradores do universo digam amém!

O que está acontecendo comigo?

Eu que sempre achei que me conhecia suficientemente bem, tenho me surpreendido com a pergunta que venho me fazendo há dias: O que está acontecendo comigo? Pergunta que faço em vão, pois por mais que eu tente, não consigo achar resposta alguma. Não sei se ando cansada de mim mesma, e das situações que eu criei. O que sei é que nem sempre me reconheço quando me olho no espelho. E o fato de não me reconhecer me deixa triste. Por mais que eu já tenha 26 anos, às vezes parece que não estou preparada para certos desafios que a vida impõe. E agora, mais do que nunca eu preciso ser forte, ser corajosa. E não é dos assuntos do coração que estou falando. Falo da minha vida, do meu trabalho, da mudança de emprego, das situações familiares, das contas para pagar, dos amigos que eu não tenho para me apoiar. Quando olho no espelho não enxergo uma mulher de 26 anos. O que vejo é a mesma menina medrosa de dez anos atrás. Sinto muito medo. Medo de não corresponder às expectativas dos outros, de não corresponder às minhas próprias expectativas. Medo de que não acreditem em mim. Medo de não acreditar em mim mesma.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Os dias passam
todos sempre iguais
nada muda
tudo apenas continua

Hoje ruim
amanhã também
Hoje nublado
amanhã também

Hoje assim...
amanhã também.

Sinônimos

Quanto o tempo o coração, leva pra saber
Que o sinônimo de amar é sofrer
No aroma de amores pode haver espinhos
É como ter mulheres e milhões e ser sozinho
Na solidão de casa, descansar
O sentido da vida, encontrar
Ninguém pode dizer onde a felicidade está

O amor é feito de paixões
E quando perde a razão
Não sabe quem vai machucar
Quem ama nunca sente medo
De contar o seu segredo
Sinônimo de amor é amar

Quem revelará o mistério que tenha fé
E quantos segredos traz o coração de uma mulher
Como é triste a tristeza mendigando um sorriso
Um cego procurando a luz na imensidão do paraíso
Quem tem amor na vida, tem sorte
Quem na fraqueza sabe ser bem mais forte
Ninguém sabe dizer onde a felicidade está

O amor é feito de paixões
E quando perde a razão
Não sabe quem vai machucar
Quem ama nunca sente medo
De contar o seu segredo
Sinônimo de amor é amar

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Nem oito, nem oitenta.

Outro dia postei uma frase da Gê que dizia o seguinte: "Auto-controle sentimental às vezes estraga tudo aquilo que tinha uma chance enorme de dar certo." Ainda continuo concordando com isso. Mas tenho que concordar (e admitir) que, "descontrole sentimental" também estraga tudo.

Quem vai dizer ao coração

Que a paixão não é loucura
Mesmo que pareça
Insano acreditar

Me apaixonei por um olhar
Por um gesto de ternura
Mesmo sem palavra
Alguma pra falar

Meu amor, a vida passa num instante
E um instante é muito pouco pra sonhar

Quando a gente ama,
Simplesmente ama

É impossível explicar

Quando a gente ama
Simplesmente ama!

Oswaldo Montenegro

Medo

Há tempos que estou na defensiva (ou seria ofensiva?). Que me comporto feito uma maluca estúpida, tentando de todas as formas fazer de você um babaca. Tentando achar motivos que comprovem que você não é esse cara maravilhoso que talvez a minha ilusão tenha criado. Eu te ignoro, te provoco, te ofendo, faço drama, fico com raiva, falo e escrevo o que não devo. Mas daí vem você. Me chamando de volta pra realidade e me mostra o cara legal que realmente é. E mais uma vez eu saio frustrada da tentativa de te arrancar do meu coração... Então eu choro. Choro porque em breve não poderei mais inventar um motivo besta pra ligar na tua sala só pra ouvir a tua voz. Choro porque o destino insiste sempre em me afastar das pessoas que eu gosto. Choro porque tenho medo. Medo de que algum dia essa minha tentativa ridícula de te esquecer funcione. Medo do que eu sinto e disso tudo ser em vão. Medo de me perder. Medo de nunca mais te encontrar...

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Aniversário!!!


Hoje o "Oscilando Entre a Fantasia e a Realidade" completa 1 ano de atividades quase que ininterruptas. Um ano repleto de fortes emoções, de alegrias, tristezas, trapalhadas, versos, músicas e imagens que dividi aqui com todos vocês. Vocês meus queridos amigos, amigos que espero que sejam para a vida toda, anôminos e forasteiros que passam sempre ou de vez em quando por aqui. Este é um espaço em que me sinto totalmente à vontade para extravasar meus sentimentos, fantasiar, mergulhar nas minhas ilusões e transmiti-las em forma de palavras. Não preparei nada de especial para hoje, ao menos não ainda. O que fiz foi postar algumas coisas que escrevi e que ficaram salvas e escondidinhas. Quem está sempre por aqui e se der ao trabalho de vasculhar o blog novamente, irá encontrar algumas coisas inéditas.
Por enquanto é isso. E parabéns pra mim né!?rsrs
Beijos da Dra. Repolha


sábado, 18 de outubro de 2008

Coisas que (não) se deve fazer em dia de chuva:

Ficar em casa, deitada no sofá ou em frente ao computador, se entupindo de guloseimas. Tais como: amendoim japonês, gomas de todos os tipos e sabores (Eu indico aquelas cobrinhas coloridas, são azedinhas, uma delícia!) Chocolate, bombom de cereja, palitinhos de chocolate, passas ao chocolate. E muitos copos de coca-cola. Tenho certeza que na segunda-feira eu vou querer me matar por causa dessa orgia...
Ah! Mas a coca-cola é zero!

Chove chuva, chove sem parar... (aff!)

Eu perdi a conta de quantos dias está chovendo... Talvez até nem faça uma semana que o tempo está assim, mas para mim já parece uma eternidade. Eu até gosto de chuva. Mas de vez em quando. Chuva de fim de tarde, num dia quente de verão é bom... Chuva no meio da noite, que deixa o ar mais fresquinho, fazendo a gente puxar o cobertor... Também existem outras coisas boas para se fazer na chuva ou com chuva. Beijar alguém na chuva é uma delícia. Café da tarde com bolinho de banana, hummm. Sessão da tarde. Banho de mar com chuva. Olhar a chuva pela janela. Mas, isso tudo, embora seja bom, começa a perder a graça, quando a chuva insiste em cair por mais de dois dias. Tudo fica frio, cinza e úmido. Inclusive o meu humor.

Apenas mais uma de amor...

Tem uma garota e um garoto. A garota é aquela do tipo bem especial. É bonita, inteligente, simpática e de bom coração. Tem bom gosto musical e cinematográfico. E também escreve poesia. Não se sabe bem o porquê, mas essa garota se apaixonou completamente por esse garoto. Um garoto sem lá muitos atrativos, um tipo bem normal, aparentemente boa pessoa. Mas que não corresponde aos sentimentos da garota. A garota sabe que eles não vão ficar juntos, mas ela não consegue tirá-lo da cabeça, e o coração dela dispara toda vez que vê o tal garoto. O garoto diz que nunca alimentou esperanças. Ela tinha certeza desde o início que era ele o homem da sua vida. Essa situação toda já se estende há muito tempo. E quanto mais distantes ficam um do outro, mais ela deseja a presença dele. Mas o mundo não para por causa disso. As pessoas ao redor nem se dão conta do que se passa com ela. E a garota de uma forma ou de outra segue em frente, de cabeça erguida e constante sorriso nos lábios, mas com o coração sempre transbordando de amor e esperança. O garoto segue o caminho dele, caminho que a garota não pode seguir. Vez ou outra ele lembra dela, se preocupa. Mas é só isso. E tudo continua do jeito que sempre foi.
Espelho, espelho meu!
Será que existe alguém mais estúpida, idiota e boba do que eu?

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

"Um tempo que refaz o que desfez, que recolhe todo sentimento e bota no corpo uma outra vez"

Mudo os passos, mas não saio do lugar...

Já passou da meia-noite.
Estou aqui em frente ao computador, pensando na minha vida, tentando expressar através das palavras o que está acontecendo aqui dentro de mim. Estou ouvindo Madeleine Peyrox há quase uma hora. Uma delícia para os ouvidos. A televisão ligada, no mudo, já começou o jornal da globo. Sim, está tarde. Mas de nada adianta eu ir pra cama. Vai ser mais uma noite de insônia, ou se eu tiver sorte, de umas quatro horas de sono apenas... Os últimos dias não foram nada fáceis. Tenho testado todos os meus nervos. E exercitado muito a minha massa cinzenta pensando em que rumo dar para a minha vida. E apesar de algumas noites de mal dormidas, não cheguei ainda à uma conclusão satisfatória. Cheguei num ponto, onde não há mais como ficar. Voltar atrás? Nem pensar. Não é do meu feitio. O único caminho é seguir em frente. Mas tenho tanto medo. Medo do novo, de deixar certas coisas, e das coisas novas que estão por vir. Meus pés já me conduzem em passos firmes para o amanhã há muito tempo, porém o coração teimoso insiste em coisas do passado. E nesse caminho vou seguindo em frente, mas com os olhos sempre voltados para trás. Parece confuso pra você? Pois saiba que não é diferente para mim.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

"Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos."
Lya Luft

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Faça da jaca o seu scarpin!

Depois do meu desabafo. Por falar em badalações, e em fazer as coisas quando se quer. Ontem foi a minha noite. Noite que decidi extravasar. E na companhia de pessoas maravilhosas. Linda, loira e de salto alto caí na farra. Como dizem "enfiei o pé na jaca". Duas doses de tequila, mais um copo de caipirinha nas mãos, fui direto pra pista de dança, no meio do povão. Dancei de tudo um pouco. "Ela quebra de ladinho/Vai mexendo gostosinho/Que delícia quer beijinho/Beijinho,beijinho". Funk, pagode, axé, sertanejo. Sozinha e acompanhada. Me diverti tanto, tanto, tanto. E não porque todo mundo faz. Mas porque eu estava afim. Pra resumir e encerrar, hoje acordei com dor de cabeça e com os pés inchados, mas sem nenhum tipo de arrependimento ou vazio.


P.S.: “Se ainda não apareceu a metade da sua laranja, pegue a metade do seu limão e faça uma caipirinha.”

domingo, 12 de outubro de 2008

Tá namorando? Ou continua trancada em casa?

Essa foi a pergunta que uma amiga, pela qual sempre tive muita consideração, me fez no msn há meia hora atrás. Pergunta que me deixou furiosa. E que nem me dei ao trabalho de responder. Aí é que vejo os belos amigos que eu tenho. Pessoas que te julgam e te rotulam sem nem saber o motivo pelo qual você não aparece mais nas baladas de todos os finais de semana. Acontece que andei muito ocupada. Ocupada e comprometida com certas coisas. Por isso a minha ausência nas badalações. Não me considero uma pessoa acomodada, caseira ou anti-social. Mas acredito em fazer as coisas para o seu próprio bem estar e satisfação. E não porque todo mundo faz. Gosto de sair, de dançar, de beber com os amigos e jogar conversa fora. Mas mais do que isso, aprecio fazer essas coisas junto de pessoas que valham a pena. Querem me chamar de chata? Tudo bem. Na verdade eu sou chatérrima. Infelizmente gosto das coisas do meu jeito e no meu tempo. E quanto a pergunta, aqui vai a resposta: Nem um, nem outro. Estou feliz e em paz comigo mesma.

sábado, 11 de outubro de 2008

Qualquer semelhança com a Repolha aqui é a mais pura verdade!

"Você acabou com a paciência dos amigos
Agora ataca ouvidos estranhos
Porque precisa repetir essa história
O tempo todo pra tentar fazer sentido
Se às vezes você morre de rir
No segundo seguinte pensa em suicídio
Sentimentos vivem se contradizendo
Perda e conquista, dor e alívio
Chorando com um sorriso nos lábios
Em permanente estado de desequilíbrio
Liberdade e solidão
Te convidam pra dançar
Dá pra rir e dá pra chorar
Você vive com a impressão
Que isso nunca vai passar"

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

"Auto-controle sentimental às vezes estraga tudo aquilo que tinha uma chance enorme pra dar certo." by Gê

Li essa frase num recado da Gê para a Jana... E concordo plenamente!
Fico pensando se não é apenas isso que está faltando para que aquilo que eu mais desejo finalmente aconteça. Lógico que não é do meu "auto-controle sentimental" que estou falando...

Dizem que para um bom entendedor meia palavra basta.

Pois dou-lhe quatro:

Meu coração não mudou.

Que tal?

"Amar é mais importante do que viver. Viver pode vir depois."

"Mato por amor, mas não mato o amor. Prefiro estar perturbado por um amor ao invés de seguro, calmo e salvo fora dele. Amor resolvido ou não, pouco importa. Que eu perca a cabeça, o saldo, a casa, os gostos. Perder é prova de que ainda tenho algo. Um amor com nó de balanço, nó de pião, nó de barco, nó de cadarço, que cruze as cordas como pernas excitadas. Que seja um amor inacabado, quebrado, ferrado, com nó cego de uma forca, desde que aperte bem forte para não soltar. Um amor rápido como um infarto, sem sinal-da-cruz. Um amor que desafie a sabedoria que vem depois da morte. Um amor burro que dependa apenas de um quarto para se cumprir. Um amor que não tire os sapatos para deitar. Um amor sofreguidão e gozo. Um amor hesitação irritante entre beijos. Um amor que não dá trégua para voltar atrás. Um amor que não oferece chance para ir à frente. Um amor que fica no mesmo lugar, que não traz sorte e azar, traz o desespero de ser amado um pouco mais.Amar é mais importante do que viver. Viver pode vir depois. Amor dói e me mobiliza, me desperdiça a encontrar o que não procurei. Eu me sinto melhor no mais fodido amor do que se estivesse pleno de saúde e reconhecimento. Sinto que dependo de alguém, e não somente de mim. A miséria do amor é um luxo. Mesmo na separação, o amor diminui o espaço entre os dedos e afiança o olhar para mais longe. Qualquer lugar é passível de uma aparição, de um reencontro, da tremedeira dos joelhos, como se fossem autônomos e independentes do resto do corpo e rezassem para um Deus prestes a surgir. Repara-se nas pessoas ao lado a adivinhar se alguma delas experimenta o mesmo torpor silencioso de mastigar as palavras e não digeri-las ou cuspi-las. O amante está sempre com uma palavra na boca, lapidada, aperfeiçoada, repensada, reescrita, que não sairá para passear com o mar. Não sairá numa confidência. Ficará como semente de uva, pequena demais para ser colhida do chão, mas de aspereza reconhecível para uma língua com sede. O amor é infantil. Uma alegria de se entornar pela casa e se despreocupar com a arrumação. Ser adulto estafa, a recolher os brinquedos escondidos na areia sem ao menos ter brincado. O amor é insuportavelmente tolo. Quem não é tolo não permite carícias. O amor não cansa de caminhar como a luz, não cansa de barulho como a chuva, não cansa de repetir as lembranças como o fogo. Morro por amor, mas não morro o amor."

Fabricio Carpinejar
Quase sempre me impressionas.
Raramente me deixas surpresa.
De modo geral,
posso afirmar que continuas o mesmo.
Minhas expectativas é que talvez tenham mudado.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

às vezes tô sozinho, quase sempre tô em paz

"Agora tudo que está exposto
a máscara e o rosto trocam de lugar
tô fora se esse é o caminho
se a vida é um filme não conheço o diretor
tô fora, sigo o meu caminho
às vezes tô sozinho, quase sempre tô em paz"

Além da Máscara - Cidadão Quem

Por falar em decepção...

Talvez só eu nascendo de novo pra deixar de ser tão bocó. Eu aqui esperando um telefonema, um recado, uma palavra, qualquer sinal de preocupação... Que tola! Nem deveria mais dar importância para apenas uma pessoa, enquanto que há inúmeras delas fazendo fila para me estender a mão, para me dar apoio, para me dar um abraço. Na hora que mais se precisa é que ficamos sabendo quem realmente gosta da gente. E está aí mais uma prova.

domingo, 5 de outubro de 2008

Repudio à ignorância política!

Quanto mais eu teimo em acreditar nas pessoas, mais eu tenho me decepcionado com elas. Pessoas ignorantes, que não conseguem enxergar além do próprio nariz, que não prezam pelo bem comum. Que tomam partido de picuinhas pessoais que nem lhes dizem respeito, e com isso jogam fora o futuro de uma cidade. O seu próprio futuro. A minha indignação e a minha decepção ultrapassaram todos os meus limites, não encontro palavras certas para expressar tudo o que estou sentindo. Eu sei que fizemos a nossa parte, que estivemos o tempo todo do lado certo, do lado do bem, do lado que quer prosperar. Infelizmente voltamos no tempo. Retrocedemos. Mas foram vocês quem escolheram, e no momento só posso lamentar.




"Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta,
o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto"
.
(Berthold Brecht)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008