sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
E foi quase assim... Colombina, Pierrot e Arlequim!
Esse rendeu muitas, mas juntaram-se com as cinzas da quarta-feira.
Ah! Teve também "palhaço piromaníaco" me perseguindo!
Quarta-feira de cinzas?
sábado, 21 de fevereiro de 2009
A Colombina

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Carnaval para???

Bom, mas isso não vem ao caso nesse momento. Se para ou não para. Eu parei! Nos próximos quatro dias quero muita sombra (do guarda-sol, quero passar o dia inteiro na praia), água fresca (daquela que passarinho não bebe também), banho de mar, um livro, e tudo mais que se pode fazer de tranquilo no feriadão de carnaval.
Então, bora lá recarregar as energias boas e me livrar de uma vez das ruins!
P.S.: Quem conhece o 'Miro do Salseiros' entendeu a "graça" do título.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Palavras ao vento
Com B se diz "belo" - que é tudo que faz os olhos pensarem ser coração; e se dá a "benção", um sim que pretende dar sorte.
Com C, "calendário" que é onde moram os dias e o "carnaval", esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data marcada. "Civilizado" é quem já aprendeu a cantar "parabéns pra você" e sabe que é "contrato": você isso, eu aquilo, com assinatura embaixo.
Com D, se chega a "dedução", o caminho entre o "se" e o "então"... Com D começa "defeito", que é cada pedacinho que falta pra se chegar a perfeição e se pede "desculpa", uma palavra que pretende ser beijo.
E tem o E de "efêmero", quando o eterno passa logo; de "escuridão", que é o resto da noite, se alguém recortar as estrelas; e "emoção", um tango que ainda não foi feito. E também tem "eba!" uma forma de agradecimento muito utilizada por quem ganhou um pirulito, por exemplo.
F é para "fantasia", qualquer tipo de "já pensou se fosse assim?"; "fábula" uma história que poderia ter acontecido de verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e "fé" que é toda a certeza que dispensa provas.
A sétima letra do alfabeto é G, que fica irritadíssima quando a confundem com J. A letra G é para "grade", que serve para prender todo mundo - uns dentro, outros fora; G de "goleiro, alguém que se pode botar a culpa do gol; G de "gente": carne, osso, alma e sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.
Depois vem o H de "história": quando todas as palavras do dicionário ficam à disposição de quem quiser contar qualquer coisa que tenha acontecido ou sido inventada.
O I de "idade", aquilo que você tem certeza que vai ganhar de aniversário, queira ou não queira.
J de "janela", por onde entra tudo que é lá fora e de "jasmim", que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar assim.
L de "lá", onde a gente fica pensando se está melhor ou pior do que aqui; de "lágrima", sumo que sai pelos olhos quando espreme um coração, e de "loucura", coisa que quem não tem só pode ser completamente louco.
M de "madrugada", quando vivem os sonhos...
N de noiva, moça que geralmente usa branco por fora e vermelho por dentro...
O de "óbvio" não precisa explicar...
P de "pecado", algo que os homens inventaram ou então inventaram que foi Deus que inventou.
Q, de tudo que tem um não sei quê de não sei quê.
E R de "rebolar" o que se tem que fazer para chegar lá.
S de "sagrado" tudo o que combina com uma cantata de Bach; de "segredo", aquilo que você está louco pra contar; de "sexo", quando o beijo é maior do que a boca.
T é de "talvez", resposta pior do que "não", uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança... De "tanto", um muito que até ficou tonto... de "testemunha": quem, por sorte ou por azar, não estava em outro lugar.
U de "ui", "ai que ainda é arrepio; de "último", que anuncia o começo de outra coisa; e de "único": tudo que, pela facilidade de virar nenhum, pede cuidado.
Vem o V, de "vazio", um termo injusto como a palavra nada; de "volúvel", uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que querem que ela queira.
E chegamos ao X, uma incógnita... X de "xingamento" que é uma palavra ou uma frase destinada a acabar com a alegria de alguém; e de "xô", única palavra do dicionária das aves traduzidas para o português.
Z é a última letra do alfabeto, que alcançou a glória quando foi usada pelo Zorro... Z de "zaga", algo que serve para o goleiro não se sentir o único culpado; de "zebra" quando você esperava liso e veio listrado; de "zíper", fecho que precisa de um bom motivo para ser aberto; e de "zureta", que é como a cabeça fica no final de um dicionário inteiro.
Adriana Falcão
A menina que roubava livros - Markus Zusak
Não vou colocar a culpa no destino...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O tempo é quem vai dizer...
Clarice Lispector
Minha febre queima mais do que eu demonstro...
"Você nunca tocará essas coisas que eu abraço
O ceú de minhas emoções jaz em baixo delas próprias
Você nunca sentirá o calor dessa alma
Minha febre queima mais do que eu demonstro"
Never is a promise - Fiona Apple
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Mas que ironia...
A vida tem um jeito realmente engraçado de te ajudar"
Falou e disse Alanis!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sexta-feira 13 de coração apertadinho!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Vem andar comigo!
Pra ver que já não sou como era antes
Tudo que eu preciso é de uma chance
De alguns instantes
Sinceramente ainda acredito
Em um destino forte e implacável
Em tudo que nós temos pra viver
E muito mais do que sonhamos
Será que é difícil entender
Porque eu ainda insisto em nós
Será que é difícil entender
Vem andar comigo...
Vem, vem meu amor
As flores estão no caminho
Vem meu amor
Vem andar comigo
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Última oportunidade:
Horóscopo de hoje:
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Não sai da cabeça e nem do coração...
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Welcome to my real life!
Quero logo de antemão avisar aos que se disponibilizarem a ler esse post, para que não esperem por poesia ou algum tipo de crônica engraçada sobre as coisas do cotidiano de uma pessoa qualquer, pois vou falar da vida real. Vou contar-lhes da minha vida. Estive em crise nos últimos dias. Me tranquei no quarto da tristeza e lá fiquei por algum tempo. Mas foi no colo da minha mãe que eu chorei e desabafei. Contei a ela sobre as coisas ques estavam me fazendo mal, e
finalmente consegui entender algumas coisas a meu respeito e a respeito daqueles que fazem ou fizeram parte da minha vida. Há tempos que venho reclamando da minha solidão, e que faço dela motivo para as minhas mazelas. Sofri, chorei e me culpei o tempo todo. E realmente eu tinha razão. A culpa era toda minha. Só que agora vejo tudo de outra maneira, vejo o lado bom de cada acontecimento. Quem já me acompanha a algum tempo pôde perceber que durante muitos anos fui uma menina medrosa, que não acreditava em si mesma. De uns poucos anos pra cá, tal qual uma lagarta passei por diversas metamorfoses, só que até então, já em forma de borboleta, eu continuava a enxergar apenas a lagarta. Nesse meio tempo pessoas especiais entraram na minha vida. E todas elas sempre me mostrando, ou pelo menos tentando mostrar e me convencer da pessoa maravilhosa que eu sou. Eis que finalmente elas conseguiram me fazer enxergar diante do espelho a mulher interessante que eu me tornei. Mas essa minha jornada rumo à auto-estima me levou a cometer certas ações, algumas totalmente errôneas. Mas ações que me fizeram selecionar lugares, preferências e principalmente pessoas. E como numa seleção natural e espontânea fui excluindo certas coisas da minha vida. Expulsei muitas pessoas. Meu melhores amigos hoje em dia, infelizmente, estão muito longe de mim. Mas, felizmente, eu os tenho. E se hoje estou sozinha e me sinto um peixe fora d'água é porque sou maior do que tudo isso que está à minha volta. Minha cidade talvez tenha ficado pequena para os meus sonhos. As pessoas que vejo por aqui não são as que eu quero ter por perto, e os lugares que estão ao me alcance definitivamente não são aqueles onde eu quero ir. Portanto, não tenho o direito de reclamar de solidão. Tudo isso é resultado de um processo que eu mesma aceitei e contribuí para que acontecesse. As pessoas que me amam queriam que eu me valorizasse, e hoje eu me valorizo até demais, embora às vezes não pareça. Podem chamar isso de egoísmo ou arrogância. Mas eu chamo também de auto-estima conjugada com auto-conhecimento. Percebi também que me fechei demais nesse último mês. Mergulhei por diversas vezes numa tristeza sem razão. Por muitas vezes pensei que eu era a única pessoa infeliz nesse mundo e que era só para mim que as coisas não aconteciam. Ora! Que pretensão a minha... Mas acordei! Não tenho motivos para me punir como eu vinha fazendo. Fiz muitas besteiras no intuito de chamar a atenção, esperando ter nos outros o reconhecimento do meu valor. Mas não obtive sucesso algum com isso. Pois não era eu de verdade. Mas obtive o aprendizado. E isso é o mais importante. A vida é uma escola. O problema é que nem sempre conseguimos aprender as lições. Há pessoas que não percebem e ficam sempre em recuperação. Creio que dessa vez eu passei, e com louvor!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
"And I won't put my hands up and surrender"
E não vou levantar minhas mãos e me render
Não haverá bandeira branca acima da minha porta
Eu estou apaixonada e sempre estarei"
O amor!
http://bichinhosdejardim.com/quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
"Restou apenas uma longa distância. Não distância geográfica, mas a distância dos corações."
"Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Eu vou deixar a porta aberta
Pra que ela entre e traga a sua luz"
(Nando Reis/Samuel Rosa)
