quarta-feira, 12 de novembro de 2008

"Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto"

Não podia haver canção melhor para descrever o momento.
Eu não preciso de muita coisa. Por mais que em certos momentos eu dê a entender que me falta tudo. Na verdade não é de muito que eu peço. Eu só preciso que me olhem, que me dediquem alguns instantes. Que retribuam pelo menos um terço do meu carinho e dedicação. Que confiem em mim. Que desejem o meu abraço. Que me queiram por perto. Às vezes me sinto mendigando por um pouco de atenção. Isso me faz sentir pequena. Sem importância. E não gosto nenhum pouco disso.

"Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto...

E nesses dias tão estranhos
Fica a poeira
Se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais
Nunca é o bastante"

Um comentário:

disse...

Só nós mesmo, né?
Ferdinanda Maria! O duro não é saber o que a gente é, no fundinho, sabemos sim, aliás, temos certeza. Ruim mesmo é não saber quem o outro é, não é? Uma incógnita desgraçada que teima em tirar-nos do sério com vãs esperanças de qualquer coisa que nunca há de ser o bastante.
Tô errada??